Sinopse: Neste livro a Kruger-Brent criada gerações antes por Jamie McGregor
- Escocês que migrou para a África do Sul. Fazendo fortuna com seu império de
diamantes. - Está nas mãos de Peter Templeton que prova não ter aptidão nenhuma
para os negócios da família.
Kate Blackwell filha de Jaime McGregor deixa a herança para a neta Alexandra e exclui Eve (a gêmea má) do testamento. Alexandra tem dois filhos com Peter Templeton: Robert e Lexi os herdeiros da Kruger-Brent. Eve tem um filho com o cirurgião Keith Webster: Max o qual usa para concretizar sua vingança por ter sido excluída da herança da família. Max cresce odiando seus primos por incentivo de sua mãe, mas acaba se apaixonando pela prima.
A história conta também a saga de Gabriel McGregor sobrinho-neto de Jamie McGregor que resolve fazer fortuna para deixar a miséria em que vivia. - Ao deixar a Escócia Jamie foi tachado como louco pelos irmãos, somente sua irmã e sua mãe o apoiaram. Com a morte destas, Jamie abandona a família sem nenhum tostão.- Diferente de seus pais que viveram amargurados por não terem sido incluídos na fortuna de Jaime, Gabe deixa sua terra decidido a esquecer o passado e se tornar feliz. Mas em meio a sua busca o passado se depara com ele e sua vida é balançada por um furacão chamado Kruger-Brent.
Kate Blackwell filha de Jaime McGregor deixa a herança para a neta Alexandra e exclui Eve (a gêmea má) do testamento. Alexandra tem dois filhos com Peter Templeton: Robert e Lexi os herdeiros da Kruger-Brent. Eve tem um filho com o cirurgião Keith Webster: Max o qual usa para concretizar sua vingança por ter sido excluída da herança da família. Max cresce odiando seus primos por incentivo de sua mãe, mas acaba se apaixonando pela prima.
A história conta também a saga de Gabriel McGregor sobrinho-neto de Jamie McGregor que resolve fazer fortuna para deixar a miséria em que vivia. - Ao deixar a Escócia Jamie foi tachado como louco pelos irmãos, somente sua irmã e sua mãe o apoiaram. Com a morte destas, Jamie abandona a família sem nenhum tostão.- Diferente de seus pais que viveram amargurados por não terem sido incluídos na fortuna de Jaime, Gabe deixa sua terra decidido a esquecer o passado e se tornar feliz. Mas em meio a sua busca o passado se depara com ele e sua vida é balançada por um furacão chamado Kruger-Brent.
-*-
Ganhei esse livro de uma amiga e ele acabou ficando um bom
tempo guardado, porque eu não tive muita vontade de lê-lo. Mas que erro! A
história é sensacional.
Em 1982, Sidney Sheldon apresentou ao mundo a família
Blackwell no best-seller O reverso da
medalha, livro que ainda não li. Reconhecido e aclamado pelos amantes da
literatura, Sheldon morreu em 2007, aos 90 anos. Assim, em 2009, a Tilly
Bagshawe escreveu A senhora do jogo, a
pedido da família do autor, como uma sequência daquela história.
Lexi Templeton, herdeira da matriarca dos Blackwell é uma
das protagonistas. A trama passará por toda sua vida, desde o nascimento até os
40 anos, contando tudo que ela é capaz de fazer para ter a empresa da família
ao seu comando. Mas Max, o primo charmoso, não pretende deixar isso acontecer e,
guiado pela mãe Eve, passará por cima de Lexi custe o que custar.
Como não li o primeiro livro, Eve acabou sendo um mistério
para mim. Ela é má e usa o filho Max para conseguir sua vingança, mas o que
aconteceu para que ela fosse assim deve estar em O reverso da Medalha. Porém esse fato não compromete a leitura de A senhora do jogo nem sua compreensão,
porque uma nova história começa com o nascimento de Lexi e Max.
Outros personagens importantes e até cativantes aparecem com
o decorrer da trama. Gabriel McGregor é um deles. Quando ele surge, uma
história paralela começa a ser contada, mas acabará ligada a família Blackwell
e sua empresa. O livro já estava bom com Lexi e Max, mas conseguiu se tornar
melhor ainda com o adendo de Gabriel.
A senhora do jogo
é um livro que fala de vitória e fracassos, de esperança e desespero, de
construir um destino e principalmente de todos os sentimentos existentes em uma
família: amor, ódio, inveja, orgulho...
Enfim, está recomendado. Principalmente para aqueles que
como eu são fã de carteirinha de Sidney Sheldon matarem a saudade, porque Tilly
Bagshawe conseguiu atingir o estilo primoroso que o autor tinha. Então, Boa
leitura!
Em janeiro de 2010, a Paty comentou esse livro aqui no blog.
Confiram a resenha dela clicando
aqui.









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