Sinopse: Ashley Desford levava uma vida distinta e muito confortável
até que o destino coloca em seu caminho Cherry Steane, uma jovem que
vive sob os – maus – cuidados de parentes. Ao encontrá-la vagando pela
estrada, ele é tomado por um impulso cavalheiresco e embarca numa viagem
à procura do avô da moça. Contrariando as regras do bom
costume, Ashley recorre a sua amiga Henrietta Silverdale
para ajudá-lo na missão. Mas, enquanto o visconde se aventura por lugares não muito bem
frequentados, Henrietta se pergunta se ele finalmente vai abdicar de sua
vida de solteiro. Ashley pode estar prestes a começar a maior tolice de
sua vida, quando seu irmão Simon aparece para uma oportuna
intervenção...
Com leveza, sensibilidade e bom humor, A boa moça aborda as limitações e
possibilidades das convenções sociais da Inglaterra do início do século
XIX. Uma divertida e cativante história que nos permite ver de perto a sociedade inglesa e seus valores.
*-*
Em alguns momentos eu achei esse livro uma graça e assim não
queria deixar a leitura. Mas, em outros, deu vontade de parar e não olhar mais
para ele.
A trama desse livro é um pouco diferente dos históricos que
estou acostumada, Aqui o romance daquele jeito que a gente gosta de ler, com
beijo na boca ou uma mão que escorrega, quase não aparece. Também não tem
grandes bailes e nem jantares, que é onde se tem os melhores diálogos e
acontecimentos dos livros históricos.
Ashley Desford é um visconde do tipo bonitão, mas sua fama é
a de ser mulherengo e gastador. Ele é o personagem central do livro. Querendo
ajudar a senhorita Cherry - a boa moça do título - o senhor Desford passa todo
o livro para lá e para cá tentando encontrar primeiro o avô e depois um trabalho
digno para ela. Acho que por isso o título deveria ser O bom moço, já que é o visconde Desford quem tem o bom caráter de
fazer de tudo pelo bem estar da moça.
Até a metade do livro li com bastante gosto, esperando o
momento em que os personagens se descobririam apaixonados e decidissem lutar um
pelo outro, mas nada acontecia, então fui me enjoando da fórmula. Cherry é
citada como sem graça e insignificante. Nem inteligente ela é. Então fiquei
pensando em como o visconde se interessaria por uma mocinha assim tão pouco
atrativa, mas o final reserva uma surpresinha boa de ler!
O livro tem alguns diálogos maçantes e parágrafos
quilométricos usados para expressar os pensamentos dos personagens, o que
tornam a leitura um pouco cansativa, mas tem também momentos engraçados e
gostosos de ler. Os encontros de Desford com o pai ou com a senhorita Henrietta
são os melhores e, por isso, vale a pena o passatempo.
PS: Confira o post da Patrícia Cardoso sobre o livro clicando aqui.
















Jê está lendo...
Driza está lendo...
Dri está lendo...
Regina está lendo...
Aline está lendo...
Medéia está lendo...
Paty está lendo...







