
Mariana Louveira precisou cair do salto (parcelado em várias vezes no cartão) para aprender que a vida pode não ser lá tão glamorosa como sempre quis, e que sentimentos valem muito mais do que uns óculos Prada. Tarde demais! Mari é abandonada pelo noivo Edu horas antes do casamento. Sem casório, Mari só encontra uma solução: ir para São Paulo em busca de seus sonhos, ao lado da amiga Clara. Agora, a nossa protagonista, munida de um Bilhete Único, precisa arregaçar as mangas de um de seus terninhos chiques e batalhar por uma oportunidade. Em uma história pra lá de gostosa e divertida, Leila Rego narra todas as aventuras de Mariana em Sampa, desde as entrevistas de emprego, até as baladas mais malucas e cheias de confusão. E, no vir das mudanças, será que ela finalmente vai esquecer Edu e dar a volta por cima? As dificuldades da vida valem mesmo como aprendizado?
Depois de ter lido e me encantado com o livro Pobre não tem sorte, claro que teria que ler o segundo livro e saber o desfecho de Mariana e Edu.
Morando em São Paulo, Mariana além de batalhar por um emprego, ela tem como meta conhecer todos os shoppings da cidade. (Hum, não necessariamente nessa ordem)
Confiante, Mari acha que tudo será fácil! Mas como Pobre não tem sorte, apesar de morar numa metrópole, Mariana não consegue arrumar um trabalho. São meses de entrevistas, contando as moedas, precisando recorrer a Clara, sua melhor amiga, com quem divide o apartamento. E, pensando em Edu, seu ex-noivo e agora amigo, a todo momento. Eles trocam emails, conversam no MSN e no telefone, sempre rola um certo clima.
As dificuldades são muitas, e a medida que vão aumentando, Mari começa a pensar em voltar para Prudente e quem sabe, para os braços de Edu.
Nesse livro temos uma Maria deslumbrada que gradativamente muda seus conceitos, valores e prioriza aquilo que tem que ser priorizado. Claro que em cima do salto, com roupas de grife, óculos fashion, perfume importado e com uma bolsa Prada!
Eu tenho um grande problema com livros. Quando o livro é bom de verdade, eu inicio a leitura e só largo quando termino. Li o livro de um fôlego só, e ao terminar a leitura fiquei suspirando, totalmente fascinada com a forma que Leila Rego tem de escrever. Sabe aquela saudade dos personagens? Mari e Edu são um dos meus casais preferidos, daqueles inesquecíveis que me acompanharão para sempre.
Quero compartilhar com vocês, além dessa resenha, um fato importantíssimo.
Comprei o livro e não li. Ficou na estante. Durante as férias emprestei para a Camila, prima da minha filha, elas são da mesma idade. Quando a Camila falou que tinha uma personagem no livro com o meu nome fiquei sem palavras. Fiquei cobrando que ela terminasse a leitura para que eu pudesse ler.
Depois de mim, já leram o livro minha filha e minha vizinha, assim como eu adoraram.
Quero agradecer efusivamente a Leila Rego, pelo carinho e amizade que tem com as blogueiras, prova disso é que Mari se transforma numa.
E mais efusivamente ainda, se é possível, agradecer pela inclusão da minha xará que ajudou a abrilhantar a linda história de amor de Mari e Edu.
Pobre não tem sorte 2, já é um dos meus livros favoritos, e terá sempre um lugar especial na minha estante.