"As Amigas do Clube" retrata a vida de cinco famílias de novos ricos nos chamados subúrbios holandeses. Tudo começa quando Karen e Michel abandonam a capital holandesa, Amsterdam, e decidem viver em um povoado no campo para criarem suas duas filhas. Conquistaram a amizade de outras famílias, igualmente felizes, jovens e bem-sucedidas, e, juntas resolvem fundar um clube gastronômico. Mas, numa noite fria de inverno uma casa é consumida pelo fogo. Evert Struky perde a vida no incêndio e sua mulher, Babette, e dois filhos, são acolhidos por Karen, e igualmente apoiados pelas demais amizades do clube. Neste momento Karen passa a questionar algumas tristes “coincidências” e dá-se conta de que o mundo perfeito daquele grupo no campo é, na realidade, marcado por ciúmes, traições e materialismo.
Numa fria noite de inverno, uma casa monumental arde
Karen acolhe a amiga em casa, mas logo descobre que as amizades dentro do clube não eram tão verdadeiras como pareciam a princípio. E aos poucos, percebe que alguns deles, de certa maneira, tiraram proveito da morte de Evert... E que algo, ou alguém está envenenando o mundo perfeito em que vivem, deixando um terrível rastro de morte.
Este livro nos apresenta um grupo de amigos, que a princípio aparentam ser felizes com a vida que levam, e seus encontros são momentos de descontração na loucura do dia.
Porém, com a morte de um membro do Clube das Refeições, Evert, que todos fingiam não perceber a extensão dos problemas que ele passava; algumas verdades vem a tona, e Karen, não consegue aceitar que Evert, tenha se suicidado.
Karen, que não se dava conta de quanto infeliz era com a sua vidinha perfeita, se torna obcecada em descobrir, o que levou, ou quem causou a morte de Evert, e para isso, ela não mede escrúpulos, em viver uma aventura “amorosa” com o intuito, segundo ela de ajudar nas investigações.
Gostei muito deste livro, li em pouquíssimo tempo, pois, queria saber logo o que realmente havia por trás daquele clube de amigos. Um clube de amigos, em que as esposas se empenhavam em demonstrar que sua vidas eram maravilhosas e glamorosas, e seus maridos, se envolviam em várias situações um tanto quanto perigosas, para manterem o alto padrão de vidas de suas famílias. Nada era o que parecia ser, e claro muito sexo envolvia aqueles casais.
“Logo notei que estava sendo seguida por um veículo cujo ronco mais se parecia com o de um caminhão. Virei à cabeça. Um Range Rover enorme e novo em folha assomava às minhas costas, serpenteando perigosamente pela pista e piscando o farol alto.
Meu celular começou a tocar, e, pro mais estranho que possa parecer, aquele som só fez aumentar o meu medo. Eu não podia fazer nada: podia pedalar o mais rápido que quisesse, mas jamais conseguiria alcançar uma velocidade maior do que a do carro. Poderia atender o celular, mas estaria morta antes que conseguisse pedir socorro. Pelo ruído, percebi que o carro devia estar logo atrás de mim. Ouvia buzinas raivosas e guincho de freios. Chorando de desespero, gaguejei: “Não... por favor, não!”“








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