Tem alguns livros que eu realmente não sinto nenhuma vontade de resenhar. Esse livro é um deles.
O livro é rápido de ler e engraçadinho, destacando-se o “inho”, mas é que não contém nenhum elemento que faça suspirar, rir ou chorar suficientemente forte que sirva de motivação para discorrer sobre ele. Contém uma trama boa enquanto ainda está sendo lido, mas no momento seguinte já caiu no esquecimento, porque foi pouco marcante. É um daqueles chick-lits que nada acrescenta para quem, como eu, já leu Jane Austin, Marian Keyes, Sandra Brown, Sophie Kinsella, Nora Roberts...
O livro é rápido de ler e engraçadinho, destacando-se o “inho”, mas é que não contém nenhum elemento que faça suspirar, rir ou chorar suficientemente forte que sirva de motivação para discorrer sobre ele. Contém uma trama boa enquanto ainda está sendo lido, mas no momento seguinte já caiu no esquecimento, porque foi pouco marcante. É um daqueles chick-lits que nada acrescenta para quem, como eu, já leu Jane Austin, Marian Keyes, Sandra Brown, Sophie Kinsella, Nora Roberts...
Sinopse: June Parker está tentando completar uma lista criada por uma mulher que morreu antes de realizar todos os seus itens. Como uma pessoa que nunca pensou nos próprios sonhos será capaz de realizar os de outra pessoa? Saiba a resposta no engraçado e apaixonante O próximo item da lista, de Jill Smolinski.
Com 34 anos, June ingressa no Vigilantes do Peso decidida a emagrecer de qualquer jeito. Saindo de uma das sessões, ela oferece carona para a recém-conhecida Marissa Jones, de 24 anos. Contudo, o que poderia ser uma amizade duradoura, acaba num acidente de carro fatal para a mais nova. Sentindo-se culpada, a protagonista decide cumprir as tarefas de uma lista feita por Marissa com “20 Coisas a Fazer Antes do Meu Aniversário de 25 Anos.” Por exemplo, completar uma corrida de cinco quilômetros, ver o sol nascer, sair sem sutiã e até mudar a vida de alguém.
Embora a protagonista June tenha um nobre motivo para fazer as tarefas da lista deixada por Marissa, o modo como as coisas são realizadas não me empolgaram muito. Eu esperava mais diversão ou mais drama, mas acho que a narrativa desse livro ficou no meio-termo entre os dois estilos e, sendo assim, bom para se ler num dia em que não tem nada melhor, ou para aqueles momentos em que o que menos se deseja é altas emoções, mas para quem procura um pouco mais de profundidade, não vai encontrar aqui.
Eu adoro chick-lit. Leituras despretensiosas geralmente me cativam, por isso leio todos os livros desse estilo que aparecem na minha frente, mas algumas vezes a trama não envolve. Me senti assim com esse livro, sem envolvimento.
Destaque para as novas capas da editora Bertrand Brasil, que tem um toque aveludado. Adorei!









Jê está lendo...
Driza está lendo...
Dri está lendo...
Regina está lendo...
Aline está lendo...
Medéia está lendo...
Paty está lendo...







