
Todos nós já ouvimos a história de Cinderela, a bela criança transformada em escrava e renascida das cinzas. Mas e suas irmãs de criação, as duas exiladas na ignomínia pela fala da amável filha de seu padrasto? Qual destino é guardado àqueles desprovidos de beleza? E que maldições acompanham a bela aparência?
Contextualizada na Holanda do século XVII, Confissões de uma Irmã de Cinderela conta a história de Íris, uma heroína peculiar que sai das ruas de Haarlem para um estranho mundo de riqueza, artimanhas e ambição. Seu caminho cruza-se com o de Clara, a menina misteriosa e assustadoramente bonita destinada a se tornar sua irmã. Enquanto Clara se refugia nas cinzas do acolhimento da família, Íris sai em busca dos obscuros segredos de sua nova casa e da traiçoeira verdade de sua antiga vida.
Muito mais do que um simples conto de fadas, Confissões de uma Irmã de Cinderela é um romance de beleza e traição, ilusão e entendimento, que nos lembra que a decepção pode surgir, assim como o amor, dos lugares menos esperados.
UM LIVRO QUE NOS REMETA AOS CONTOS DE FADAS é o tema deste mês no Desafio Literário proposto pela nossa queridíssima Vivi, e o livro escolhido por mim foi CONFISSÕES DE UMA IRMÃ DE CINDERELA DE GREGORY MAGUIRE.
A história se passa na Holanda do século XVII, em que a paupérrima viúva Margarethe, se vê com suas duas filhas: Iris e Ruth, passando fome nas ruas. E quando Margarethe consegue um emprego de governanta na casa dos Van den Meer um mundo de riqueza e beleza se abre para a feia Iris. Iris terá confrontado seu maior temor, junto à estonteante Clara, menina de rara beleza.
É nesse contexto, que temos este singular conto de fadas, onde não é apenas a Cinderela que sofre ao ser relegada a uma simples criada da casa, mas, temos Iris, que se vê dividida no medo de desagradar a sua louca mãe, e abandonar sua irmã a escravidão de sua casa.
Mas, como todo conto de fadas, Cinderela triunfa em seu baile, em que Iris foi sua fada madrinha, pois, juntamente com seu amado Caspar, proporcionou as condições para que Clara, nossa Cinderela, pudesse conquistar o seu príncipe.
O livro não me cativou, porém, destaco o que o tornou interessante foi o epílogo, onde temos o depois do FELIZES PARA SEMPRE.
Contextualizada na Holanda do século XVII, Confissões de uma Irmã de Cinderela conta a história de Íris, uma heroína peculiar que sai das ruas de Haarlem para um estranho mundo de riqueza, artimanhas e ambição. Seu caminho cruza-se com o de Clara, a menina misteriosa e assustadoramente bonita destinada a se tornar sua irmã. Enquanto Clara se refugia nas cinzas do acolhimento da família, Íris sai em busca dos obscuros segredos de sua nova casa e da traiçoeira verdade de sua antiga vida.
Muito mais do que um simples conto de fadas, Confissões de uma Irmã de Cinderela é um romance de beleza e traição, ilusão e entendimento, que nos lembra que a decepção pode surgir, assim como o amor, dos lugares menos esperados.
UM LIVRO QUE NOS REMETA AOS CONTOS DE FADAS é o tema deste mês no Desafio Literário proposto pela nossa queridíssima Vivi, e o livro escolhido por mim foi CONFISSÕES DE UMA IRMÃ DE CINDERELA DE GREGORY MAGUIRE.
A história se passa na Holanda do século XVII, em que a paupérrima viúva Margarethe, se vê com suas duas filhas: Iris e Ruth, passando fome nas ruas. E quando Margarethe consegue um emprego de governanta na casa dos Van den Meer um mundo de riqueza e beleza se abre para a feia Iris. Iris terá confrontado seu maior temor, junto à estonteante Clara, menina de rara beleza.
É nesse contexto, que temos este singular conto de fadas, onde não é apenas a Cinderela que sofre ao ser relegada a uma simples criada da casa, mas, temos Iris, que se vê dividida no medo de desagradar a sua louca mãe, e abandonar sua irmã a escravidão de sua casa.
Mas, como todo conto de fadas, Cinderela triunfa em seu baile, em que Iris foi sua fada madrinha, pois, juntamente com seu amado Caspar, proporcionou as condições para que Clara, nossa Cinderela, pudesse conquistar o seu príncipe.
O livro não me cativou, porém, destaco o que o tornou interessante foi o epílogo, onde temos o depois do FELIZES PARA SEMPRE.








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