PANDORA de Mary Sheldon




Mary Sheldon, filha do mestre Sidney Sheldon, tece uma trama memorável sobre a perda da inocência, em um lugar onde os sonhos se realizam - e desmoronam - num piscar de olhos. Pandora Brown sonha com uma vida que não combina em nada com a pequena cidade de Palm Springs. Desde menina, tinha certeza de que Hollywood seria seu destino, um lugar glamouroso, a terra das grandes oportunidades. A morte de um tio, dono de uma renomada agência de talentos em Hollywood, revela-se a grande chance de Pandora. No testamento, o velho Gene deixa a agência para a sobrinha. Em companhia do namorado, ela abandona as areias do deserto e vai para Los Angeles.

Mas a sonhadora menina de Palm Springs tem muito o que aprender sobre Hollywood. A carismática Lori, funcionária da agência, mostra-se atenciosa com a novata, disposta a ajudá-la em tudo. Até mesmo em encorajar o relacionamento de Pandora com o elegante John Bradshaw. Uma paixão que pode gerar uma obsessão fatal e levar à ruína o sonho de uma vida inteira.


Temos na sinopse de Pandora os elementos clássicos dos livros de Sidney Sheldon: personagem principal feminina, Hollywood e o seu glamour, batalha pelo sucesso, traição, amores fatais. Mas, ao ler o livro ficou bem claro, que a semelhança ficava apenas na sinopse, feita é claro para seduzir os leitores fãs de Sidney. Seduzida pela sinopse, esperava um livro que me fizesse reviver alguns memoráveis livros do grande escritor, e com isso frustrei-me, pois, Mary Sheldon não conseguiu carregar nas tintas.

Pandora, é uma moça que tem muitas dúvidas a respeito de si, e ao receber de herança uma agência de atores em Hollywood, sua insegurança aumenta, e ela se vê enredada na amizade de Lori, que deseja se tornar sócia da agência custe o que custar, mesmo alertada pelo seu ex-namorado, Gary ela embarca nessa amizade, em que uma “paixão” poderá destruí-la.

Eu gostei do livro, mesmo achando que algumas situações poderiam ser mais exploradas. E, claro que é sempre uma delícia ler sobre a Hollywood, e seus personagens cheios de anseios de sucesso e glamour. Destaco a personagem Lori, que mesmo sendo a vilã da história, era muito mais interessante que a “caixa” Pandora.

11 comentários:

Luis Fernando disse...

Oi, nunca ouvi falar desse livro, mas pelo jeito deve ser bom, dá uma opassadinha lá no meu blog, etou fazendo uma promoção super legal !!!


http://manialiteraria.blogspot.com

Luis.

Jeanne Rodrigues disse...

Paty,

faz tanto tempo que não leio nada do Sidney, e vc me deixou querendo mto ler ele e a filha.

Pena que parece que esse livro não é dos melhores, ou será que cobra-se mais dela por ser filha de quem é?

Bjos,

Patricia Cardoso disse...

Olá Jê,

acredito que a comparação é inevitável, mas, ela tem um estilo bem mais suave que o pai nos dilemas dos personagens. Mas, o livro é bom, vale a pena ler. Bjs...

Regina disse...

Muito interessante, Paty

Não conhecia o livro e nem sabia que a filha do Sidney escrevia... Vou colocar na lista de desejados.

bjs

Driza disse...

Oi Paty,

mesmo com a resenha não muito favorável, que me interessei pela história. Gosto quando o cenário é Hollywood.

bjss

Driza

Fernanda - Trilhas Culturais disse...

Oie...não conhecia este livro, mas achei interessante, deve ser um bom livro sim. :)

Amadeu Ribeiro disse...

Eu já li Pandora e De Volta Para Casa, da Mary Sheldon. E realmente ela está muito aquém dos livros do pai dela. Agora eu tenho uma sugestão para quem quer matar a saudade do mestre Sheldon. Leiam A Senhora do Jogo e Depois da Escuridão, escritos pela autora Tilly Bagshawe que usou manuscritos do Sheldon para dar continuidade ás obras. Ela também não pode ser comparada a ele, aliás, eu acho que nenhum autor pode, mas ela chegou o mais perto possível do estilo de SS, sendo muito melhor do que a Mary.

Patricia Cardoso disse...

Amadeu,

concordo plenamente com você, Sheldon é incomparável, e a Tilly foi a que melhor se aproximou do seu estilo. Bjs...

mariana disse...

Ai meu Deus, sou fã do Sidney, sei que comparações sã inevitáveis, então acho que o ideal é ler sem grandes expectativas pra não se decepcionar, né?
Mais um pra minha wishlist!

Cali disse...

Não conhecia os livros dela. Do mestre Sidney, já li quase todos, mas vou colocar esse na lista, para uma leitura futura...bjssssssssssss

Eliana Duarte disse...

Eu li esse livro, na mesma esperança que muitos, foi logo após eu ter lido todos do Sidney. A Mary não tem o mesmo jeito de desenrolar a trama, que é bem mais tranquila.
Concordo com os comentários acima que quem mais se aproxima é a Tilly.

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