
Ufa! Terminei!
A Dama Azul...interessante como não há realmente acaso neste mundo! Esse é o tema de A Dama Azul, a inexistência do que chamamos acaso.
Javier Sierra traz a história de como vários acasos servem de meio para que uma verdade ancestral venha a tona e nos mostra que o dito acaso pode ser algo mais, muito mais do que imaginamos.
Mas eu comecei esse comentário pelo fim!
O livro, embora eu tenha levado alguns meses para terminar, conta de forma bem diferente, misturando diversas realidades e personagens, entrelaçados por situações inusitadas, e sonhos..como visões do passado, a história da irmã Maria de Ágreda.
Todos os personagens de uma forma ou de outra estão relacionados com a história dessa freira, que parece ter tido no século XV, o poder de se bilocar, tendo, sem sair de seu convento na Espanha, conseguido catequizar os índios do sul dos Estados Unidos.
Não espere um romance romântico, digamos assim. É uma aventura, com muitos personagens que não interagem, o que demanda atenção redobrada na leitura, mas que de uma forma ou de outra estão enredados numa trama que só no final será esclarecida.
O texto me lembrou muito a forma de escrever do J.J. Benitez, a quem o próprio autor agradece e indica como inspiração.
A Dama Azul...interessante como não há realmente acaso neste mundo! Esse é o tema de A Dama Azul, a inexistência do que chamamos acaso.
Javier Sierra traz a história de como vários acasos servem de meio para que uma verdade ancestral venha a tona e nos mostra que o dito acaso pode ser algo mais, muito mais do que imaginamos.
Mas eu comecei esse comentário pelo fim!
O livro, embora eu tenha levado alguns meses para terminar, conta de forma bem diferente, misturando diversas realidades e personagens, entrelaçados por situações inusitadas, e sonhos..como visões do passado, a história da irmã Maria de Ágreda.
Todos os personagens de uma forma ou de outra estão relacionados com a história dessa freira, que parece ter tido no século XV, o poder de se bilocar, tendo, sem sair de seu convento na Espanha, conseguido catequizar os índios do sul dos Estados Unidos.
Não espere um romance romântico, digamos assim. É uma aventura, com muitos personagens que não interagem, o que demanda atenção redobrada na leitura, mas que de uma forma ou de outra estão enredados numa trama que só no final será esclarecida.
O texto me lembrou muito a forma de escrever do J.J. Benitez, a quem o próprio autor agradece e indica como inspiração.
Eu, como não poderia deixar de ser, senti falta do romance, não há nada disso lá. Senti falta também de um entrelace maior na história, que só no fim fica um pouco melhor, sendo que quando a trama esquenta, o livro acaba, o que para mim é meio decepcionante.
Por outro lado, estou num momento muito espiritualizado da minha vida, e o tema veio a calhar.
A idéia de que acasos não existem e que tudo segue uma ordem pré-estabelecida vem tomando cada vez mais espaço para mim, e descobrir histórias como a da irmã Maria de Ágreda mostra que, como diria Hamlet, ‘há muito mais entre o céu e a terra do que pode supor nossa vã filosofia’.
Não se engane, a freira protagonista da história existiu! O que por si só já vale a leitura. Agora as conclusões do autor podem ser tidas, quando muito, por mera especulação. É ler para entender.
E se for ler se prepare para várias informações técnicas (física, química, biologia, psicologia), uma boa dose de misticismo, algumas cutucadas na Igreja Católica, e algumas conclusões bem pouco usuais. Vale pela idéia do argumento e para começarmos a encarar algumas situações da vida de outra maneira.
Indico a leitura, mas com temperamentos, não figura entre os meus favoritos!








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